Atraso na fala
Criança que demorou para começar a falar, fala menos do que o esperado para a idade, ou que entende tudo mas quase não expressa.
Saiba mais
Atendimento individual para atraso na fala, troca de fonema, gagueira, dificuldade alimentar, PAC, autismo (TEA) e outras síndromes. Avaliação sem pressa, orientação prática para casa em cada encontro.
Cada criança chega com uma história diferente. A avaliação parte do que você observa, e o plano se ajusta ao que ela precisa, não ao contrário.
Criança que demorou para começar a falar, fala menos do que o esperado para a idade, ou que entende tudo mas quase não expressa.
Saiba mais"Tasa" por "casa". "Cado" por "carro". "Pato" por "prato". Cada fonema tem uma idade esperada para aparecer, e a escola começa a cobrar antes de muita gente perceber.
Saiba maisQuando a fala trava, repete ou bloqueia, e a criança começa a perceber. Travada em palavras, silêncio no meio da frase, cansaço de tentar.
Saiba maisSeletividade, recusa, engasgo frequente, criança que não progride na consistência (amassado, sólido). A hora da refeição virando briga, em vez de acontecer.
Saiba maisEle ouve, mas parece não escutar? Confunde sons parecidos, se perde em ambiente barulhento, parece "no mundo da lua" em sala de aula. A audiometria veio normal, mas algo ainda não fecha.
Saiba maisFono para crianças no espectro autista, do nível 1 ao 3. DIR/Floortime como base, família dentro do processo. Atendo também Síndrome de Down e síndromes genéticas.
Saiba maisExiste uma biologia por trás do desenvolvimento infantil, e ela não é opinião. Seja fala, fonema, voz ou alimentação, eu insisto em começar cedo não porque "quanto antes melhor" soe bonito, mas porque o cérebro do seu filho tem uma janela de formação que não se repete.
Do nascimento aos 6 anos, as conexões de linguagem, fala, audição central e função oral se formam em velocidade que nenhuma outra fase da vida alcança. Trabalhar dentro dessa janela exige menos esforço e consolida melhor.
→ Mais plasticidade, menos desgaste, progresso que fica.
Dificuldade de fala, troca de fonema ou processamento auditivo não somem na porta da escola. Entram junto com a criança e atrapalham a base de leitura e escrita que vem logo depois.
→ Avaliação agora protege o desempenho escolar futuro.
Criança que não é entendida, que gagueja, ou que se sente "fora" no grupo tende a desistir de tentar. Ela vira "a quieta", não por personalidade, por adaptação.
→ Comunicação mais fluida devolve a coragem de se expor.
Em cada encontro eu entrego algo prático pra vocês levarem pra casa. Fala, fonema, voz e alimentação melhoram em contexto real: no banho, no carro, na janta. Não só na minha sala.
→ Vocês participam comigo, não assistem de fora.
A conversa inicial não tem custo e não compromete nada. É só um bate-papo pra eu entender o que o seu filho precisa, se precisa. O primeiro passo costuma ser mais simples do que parece.
Como funciona a primeira conversa
Sem formulário. Sem atendente. A mensagem cai direto comigo: você me conta o que observa no seu filho, a idade dele, o que te trouxe até aqui.
Eu respondo pra gente agendar essa primeira conversa, por vídeo ou presencial. A criança não precisa estar. A ideia é eu entender o caso com calma, antes de qualquer decisão.
Eu escuto, analiso e digo o que faz sentido pro seu caso. Pode ser avaliação formal. Pode ser orientação pontual pra rotina. Pode ser indicação pra outro profissional, se for o caso.
O que eu faço depois da avaliação tem nome. E método.
Existe um caminho diferente. Começa quando você é ouvida.
Você conta cada detalhe da história do seu filho
Sua história vem primeiro. A avaliação parte do que você observa no dia a dia, sem pressa, sem rótulo.
Você sai com um mapa claro de onde seu filho está e o que fazer.
Seu filho brinca, e a comunicação acontece
Ele se sente seguro para experimentar, errar e tentar de novo. A terapia vira brincadeira.
Uma criança que quer voltar e está pronta para crescer.
Você sabe o que fazer em casa, entre as sessões
Orientação prática para a rotina: hora do banho, escola, janta. No ritmo do seu filho.
Você participa do processo, não só assiste.
Me formei em Fonoaudiologia pela UFRJ e, desde a graduação, trabalho com atraso na fala. Sou especialista em voz e formado em DIR/Floortime e ABA Naturalista. Mas o que mais me incomodava na profissão não era falta de técnica.
Era ver crianças encaixadas em protocolos que não eram delas.
A criança que mais me ensinou tinha diagnóstico tardio e terapeutas anteriores sem evolução. Quando segui o ritmo dela e incluí a família, algo mudou. Não foi o método. Foi a escuta. Acredito que cada criança foi feita com um propósito, e meu trabalho é ajudar ela a encontrar a voz.
Cada conversa começa com: "Me conta a história do seu filho."
Adailton Junior, Fonoaudiólogo UFRJ | CRFa 17476 | Especialista em Voz | DIR/Floortime | ABA Naturalista
As abordagens que uso, e o compromisso que sustento com cada família
É a base do meu atendimento. Parte da relação e do interesse da criança, respeitando o ritmo dela para construir linguagem e interação.
Uso dentro da brincadeira e das rotinas reais da criança, quando faz sentido pro caso, nunca como protocolo único pra todo mundo.
Meu protocolo. Coloco a escuta da família no centro do processo. Afinar → Harmonizar → Sustentar.
Garantia humana
"Se a conversa inicial mostrar que eu não sou o profissional certo pro seu filho, eu indico quem é. Não faz sentido manter terapia que não vai gerar resultado."
Conversa inicial pelo WhatsApp, sem custo, sem compromisso. Você conta o que observa. Eu respondo com clareza. Você decide.
Se entrar em contato
Conversa, clareza, avaliação sem pressa. Em meses, pode ser a conquista que você espera há tempos: a primeira palavra clara, a troca de fonema que some, a refeição sem briga, o som que passa a fazer sentido.
Se continuar esperando
Mais pesquisa de madrugada, mais ansiedade, janela seguindo seu ritmo.
A conversa não tem custo. O que você tem a perder?
Atendimento presencial na Freguesia, Zona Oeste RJ
Adailton Junior
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